Category: MPB


fonte wikipedia

Em 1976, “um anjo mau, desses que vive nas telas de TV, disse: Vai, Guilherme! ser sucesso na vida. E ele foi.” Mas, já em 1977, Guilherme Arantes, paulistano da Bela Vista – o famoso bairro do Bixiga – declarava à Folha de S. Paulo, bravo: “Eu não abandonei a FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) no quarto ano para ser herói de gravadora”. Referia-se a uma pendenga com a Som Livre. Até hoje Arantes é polêmico no que se refere a suas declarações, no que concerne ao mercado fonográfico.

Na mesma entrevista, ele explicava: “minha geração de músicos saiu aos trancos. O tempo dos festivais tinha passado e o dos grandes movimentos musicais também. Além disso, o momento estava mais para parar que para começar.” A verdade é que, com o fim do Moto Perpétuo, grupo de rock progressivo, que durou de 1974 a 1975, veio o vazio. Ele mesmo confessaria: “o Moto Perpétuo durou quase um ano e quando paramos eu fiquei um pouco perdido”.

Foi nessa altura da vida, que uma de suas composições estourou e foi utilizada na trilha sonora da telenovela Anjo Mau (de Cassiano Gabus Mendes, exibida na Rede Globo em 1976). E quem não se recorda da famosa frase musical “quando eu fui ferido, vi tudo mudar”, que a rigor, segundo Arantes declarou a Leda Nagle, no Sem Censura, da TVE Rio, seria originalmente “me atirei no mundo e vi tudo mudar”. A canção teria sido mudada às pressas, a pedido do produtor musical da telenovela, para adequar-se ao personagem vivido pelo ator José Wilker, reinterpretado mais tarde, em 1997, pelo colega de Polissonante – o primeiro grupo amador de Arantes – o ator Kadu Moliterno.

Quanto a Meu mundo e nada mais – a tal canção – se tornaria um ícone no imaginário popular brasileiro – identificada já nos primeiros acordes – a famosa abertura de solo de piano. Daí para a frente foram 25 temas para telenovelas da Rede Globo, várias canções incluídas em especiais infantis, entre elas o tão famoso Lindo balão azul, que o tornaria famoso nacionalmente, muitas gravações por parte de grandes nomes da MPB, incluindo o rei Roberto Carlos, Elis Regina, Sá e Guarabira, MPB4, Caetano Veloso, Emílio Santiago, Maria Bethânia, Leila Pinheiro, Joanna, Fafá de Belém, Quarteto em Cy, entre tantos outros, além do bônus de “Deixa chover” tocada em “Joana, a Virgem” – telenovela de produção venezuelana.

E, com isso, lá se vão mais de trinta anos de carreira solo e o reconhecimento imediato de pelo menos vinte canções que ele canta e toca na televisão ou nos cerca de 140 espetáculos ao ano que promove Brasil afora. É fato corriqueiro ouvir o público cantando euforicamente seus 20 maiores sucessos com ele, em shows, embora declare, sempre nos bastidores, que jura que ainda vai gravar um disco chamado “Os Vinte Maiores Fracassos de Guilherme Arantes”, com muitas de suas canções mais bonitas e que, por uma razão ou outra, não foram muito executadas.

Foram também 34 coletâneas e 25 discos de carreira, incluindo Clássicos (1994), em que propunha novas versões para os clássicos da música internacional do período 1968-1972, mas, como “bom leonino”, e “inconformado” com “apenas isso” para sua extensa carreira de 30 anos, Arantes possui ainda, e para o orgulho do Brasil, já que ele é o único a obtê-lo até agora, o “certificado Steinway”, da famosa fábrica americana de pianos, uma espécie de ISO 9002 dos pianistas mundiais.

Gravou, ainda, em 2000 um disco com características new age intitulado New classical piano solos, em que demonstra todo seu requinte pianístico, e que tem nos vocais a filha mais velha Marietta. Em 2001, gravou seu acústico, pela Sony Music, no Teatro Mars – no velho Bixiga – em São Paulo, que lhe rendeu também um DVD ao vivo, naquele mesmo ano.

Em 2003, após quatro anos sem disco de inéditas, retornou à gravadora Som Livre, com o álbum “Aprendiz”, que trazia a música “Casulo”, tema da novela “Agora é que são elas” (TV Globo) e nesse período também passou a realizar, esporadicamente, shows com Leila Pinheiro e outro com Flávio Venturini.

Em 2007, lançou pela Som Livre, dois produtos de uma só vez: o CD/DVD Intimidade, com os maiores sucessos reunidos em versões acústicas, gravados em clima intimista em seu Estúdio Coaxo de Sapo, na Bahia e o CD de músicas inéditas Lótus, com destaque para a retomada de parcerias com Nelson Motta, em “Vaivém (Amor de Carnaval) e “Verão de 59”, além de “Disque Sim”, música composta com Max Vianna, filho de Djavan. Nesse disco, a maior surpresa é o rap “Tributo” (cena de Cinema), uma valorização aos ídolos da Raça Negra. Na turnê de divulgação desse novo disco, que passou por São Paulo em fevereiro/2008, lotando o Citibank Hall, pelo menos 21 músicas são tocadas, em versão solo ou Banda.

Assim, nesses últimos trinta e quatro anos, Guilherme Arantes, que nunca negou sua eclética multiformação musical, de quem começou tocando chorinho aos quatro anos de idade, num cavaquinho presenteado pelo pai, o doutor Gelson Arantes, médico e amigo do doutor Paulo Vanzolini, transitou do rock ao pop, do pop à MPB, da MPB a New Age, da New Age de volta a MPB com uma familiaridade de dar inveja a qualquer músico de primeiríssima linha do cenário mundial.

SOU UM POUCO DE TUDO

” Sou um pouco de tudo”, diz Guilherme Arantes, “e o que mais me inspira é o amor, departamento mais fascinante do ser humano, que foge à racionalidade e é um mundo vasto, profundo.”

Isto remete, de imediato, ao cantor de Êxtase, Prelúdio, Um dia, um adeus. Mas, o paulistano da Bela Vista Guilherme Arantes está longe de ser somente reconhecido por esse repertório de canções românticas.

Garoto prodígio, tocou cavaquinho e bandolim aos 4 e piano aos 6. Deixou professores de piano de cabelo em pé e literalmente na mão. Em função de sua rebeldia musical tornou-se praticamente um autodidata. Músico profissional aos 15. Músico de baile aos 17. Tecladista do irreverente Jorge Mautner aos 19.

Aos 21, por influência do que acontecia na Europa pós-Beatles, torna-se progressivo, no já cultuado Moto Perpétuo. ” Verde Vertente hoje consta imponente em antologia do rock brasileiro dos anos 70, ao lado de A Barca do Sol, O Terço, Som Imaginário, Joelho de Porco, Bixo da Seda,Casa das Máquinas, entre outros.

Aos 23, Guilherme Arantes abandona a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo (FAU-USP), e passa a tocar 530 vezes na novela das 7 da mais poderosa das emissoras brasileiras, o que acabaria lhe rendendo o apelido de “menininho da Globo” .

Mais tarde, uma jornalista da Folha de S. Paulo diagnosticaria: Um Anjo Mau disse: ” Vai, Guilherme, ser sucesso na vida…e ele foi “. E o tema Meu mundo e nada mais, adaptado para o personagem de José Wilker, em Anjo Mau, em 1976, seria só a porta de entrada de sua carreira solo, via Som Livre. A partir daí, foram 25 novelas, 25 discos de carreira, 34 coletâneas, um DVD acústico solo, em 2001, pela Sony, outro em 2007, pela Som Livre (Intimidade), projetos de outros com Leila Pinheiro, Flávio Venturini e, eventualmente, com algumas orquestras sinfônicas que se dignam a tocar MPB.

O novo DVD, pela Som Livre, gravado em sua ONG – Instituto Planeta Água/Estúdio Coaxo do Sapo – na Bahia – abriu a série Intimidade para a Som Livre, em 2007.

Exatos trinta anos antes, em 1977, para a telenovela Duas Vidas , de Janete Clair, Guilherme compõs Cuide-se bem. No mesmo ano, a belíssima Baile de Máscaras entrava na trilha de uma novela fadada à incompreensão: Espelho Mágico, de Lauro César Muniz, que se constituía no retrato do retrato: a metalinguagem do mundo da TV.

Em 1979, para Pai Herói também de Janete Clair, indicaria 14 anos, do disco A Cara e a Coragem (Warner Music), que tratava da temática de um jovem, anos 70, meio angustiado e perdido numa sociedade que se industrializava em nome do progresso.

Mas, enquanto suas músicas faziam sucesso nas trilhas de novelas, o angustiado e inquieto Guilherme trilhava caminhos quase alternativos. No mesmo momento em que os também inquietos e irreverentes músicos da Vanguarda Paulista frequentavam os embolorados porões do Lira Paulistana, na Praça Benedito Calixto, reduto do inconformismo musical dos anos 80, Guilherme se lançava no projeto de Coração Paulista, que se não foi um grande sucesso de público, tornou-se cult e sucesso de crítica, abrindo caminho para que Elis Regina lhe telefonasse pedindo um hit. E o hit veio imediatamente com Aprendendo a Jogar. Elis também gravaria Só Deus é quem sabe.

Em 1981, uma nova guinada: na trilha sonora da novela Baila Comigo, de Manoel Carlos, estoura com Deixa Chover, tema para a personagem de Betty Faria.

Logo em seguida, Guilherme se tornaria alvo de uma polêmica histórica na MPB – qual era a melhor canção do II MPB Shell, de 1981 – Purpurina cantada por Lucinha Lins, que ganhou o festival debaixo de uma vaia de 10 minutos – ou Planeta Água, aclamada pelo público minutos antes, e segunda colocada ?

A partir de 1982, Guilherme passa a estourar um ou dois hits pop a cada disco (cd). O melhor vai começar, Lance Legal, Pedacinhos, Graffitti, Cheia de Charme, Fã Número 1, Olhos Vermelhos, Coisas do Brasil, Marina no Ar, Ouro, Loucas Horas.

Naquela altura, Guilherme Arantes “estourava” para o grande público brasileiro, já com 10 anos de carreira no disco e nos palcos, e no “pop carioca” (quem diria, não ?!) e outros tantos anos deixados para trás, como músico profissional.

Em 1987, a canção Um dia, um adeus , composta em um momento difícil no casamento com a ex-modelo e ‘absurdette’/DJ (Paulicéia Desvairada) Luísa, torna-se um hit inimaginável na carreira de Guilherme, competindo com O amor e o poder da talentosa cantora Rosana, como tema dos personagens de Vera Fischer e Nuno Leal Maia, na também polêmica Mandala, de Dias Gomes e Aguinaldo Silva.

Em 1989, um magnífico CD – Romances Modernos – traz Muito Diferente e o tema de Edson Celulari, Raça de Heróis, na já cultuada Que Rei sou eu?!, de Cassiano Gabus Mendes. Em 1990, um Guilherme mais “social’ surge em Pão. O disco refletia a maturidade do pai de (então) quatro filhos, vendo-os crescer num mundo que parecia tentar o alvo da desmilitarização e enveredava pela modernidade de CDs, DVDs, Internet. Mas que também trazia a moda do sertanejo, do forró, do axé e de outros ritmos ultra populares, “impostos” pela mídia. Mídia essa que, irremediavelmente, também se popularizava, depois de tantos planos econômicos, e que, de certa forma, deixaria a MPB um tanto à deriva, no mar revolto da indústria fonográfica.

Viriam ainda, naquela década, os cds Crescente (1992), Castelos (1993) e Clássicos (1995), esse último um projeto para o próprio prazer, como declararia à época, em que pôde revisitar velhas canções do seu imaginário adolescente, e que já haviam se tornado clássicos do pop mundial. Isso aconteceu sob a batuta do maestro e arranjador inglês Grahan Preskett, que já trabalhara com Maria Bethânia. Em 1997, veio a Maioridade, pela Globo/Polygram, marcando seus 21 anos de carreira. Em 1999, lança um disco pela Playarte, trazendo um Guilherme muito romântico, mas ao mesmo tempo preocupado com o novo milênio, que se aproximava, além da regravação de Na linha do horizonte, do também progressivo Azymuth.

O ano 2000 trouxe um Guilherme Arantes tocando progressivo/new age, no CD totalmente instrumental New Classical Pianos Solos. Trouxe, ainda, um Guilherme animado com o convite da Steinway Hall, para ser o segundo brasileiro, depois de Guiomar Novaes, a tocar em seu famoso lounge, com alunos da Julliard School e a presença marcante de Marietta Arantes, sua filha mais velha, nos vocais.

Mas, os anos 1990/2000, além da modernidade do digital trouxeram também a pirataria: a do camelô de esquina e a internalizada pela praticidade do MP3. Artistas da MPB em geral, todos, passavam a buscar seus próprios caminhos a trilhar, num mar de cópias falsas. Mas o CD traz, também, a imposição das regravações e Guilherme completa 34 delas em poucos anos: uma fórmula mágica, também, das gravadoras girarem seus catálogos, sem o ônus dos relançamentos.

O DVD, no final dos anos 90, início dos 2000, trouxe a obrigatoriedade do “ao vivo”. A moda, implementada aqui pela MTV, lança a obrigatoriedade do “unplugged”: o nosso “acústico”. E lá foi, de volta, o nosso Guilherme, aos então quase vinte e cinco anos de carreira para o bom e velho Bixiga, onde nasceu, para filmar, no Teatro Mars, o seu acústico para a Sony, devidamente equipado com seu boné ao estilo Elton John, seu indefectível tênis vermelho de skatista e duas músicas inéditas: Vai ficar prá mim, uma balada de despedida, e Prontos para amar, tema para a jovem atriz Taís Araújo, em Porto dos Milagres, de Aguinaldo Silva, para o horário das 21 horas.

Em 2000, veio, na vida pessoal de Guilherme, a saída de São Paulo, rumo a Salvador, Primavera e Outono, uma namorada mais que amada, e que ele lançaria em música, em 2004, em primeira mão na web – uma experiência bastante interessante.

Em 2003, também, chegaria Aprendiz , em que Guilherme se renovava na busca de novos ensinamentos: um verdadeiro “aprender para ensinar” (em sua ONG: o Instituto Planeta Água ), como preconiza a pedagogia do ilustre pensador Paulo Freire. Naquele mesmo momento, Casulo vai para a trilha de Agora é que são elas, uma novela que ficou pouquíssimo no ar, devido a uma certa incompreensão por parte do grande público.

Em 2007, Guilherme Arantes abre o Live Earth Rio, cantando Planeta Água. No mesmo ano,um novo CD de inéditas é editado: nasce Lótus. Mais que seu 25º disco de carreira (incluindo o CD do DVD Intimidade), é uma flor que nasce do tempo. Do tempo de estrada consolidada por um músico multifacetado e quase atípico. Esse Guilherme Arantes múltiplo e quase sempre cheio de novas idéias, como aquele jovem que compôs Amanhã, em um ônibus da antiga CMTC, na subida da Rua Augusta, rumo ao centro da cidade de São Paulo, ainda nos tempos da Faculdade de Arquitetura da USP (FAU – USP), em um caderno de anotações.

Lótus chega como o novo projeto daquele Guilherme Arantes que não se deixaria influenciar maleficamente por um Maracanãzinho superlotado gritando seu nome, em 1981. Nem por dezenas de hits. Nem por dezenas de gravações e regravações por parte de grandes nomes da MPB, entre os quais Caetano, Elis, Roberto Carlos, Maria Bethânia, Fafá de Belém, MPB4. Pelo contrário. O que se observa, no momento, é um Guilherme super tranquilo, morando na Bahia, desde 2000, e recém redescoberto pelos(as) jovens cantores(as) brasileiros(as) – Mart’nália, Paulo Ricardo, Max Viana, Pedro Mariano, Zélia Duncan, Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata.

Adriana incluiria Meu mundo e nada mais, de 1976, no seu mais recente show – Maré – depois de um momento difícil em sua turnê por Portugal, no início de 2008. Mais recentemente, também, a brilhante Vanessa da Mata “redescobriria” a linda canção Um dia, um adeus, de 1987, para o repertório de seu primeiro DVD, gravado ao vivo em Paraty, para o Canal Multishow. A outra canção regravada do seu CD é As rosas não falam, de Cartola. Tudo isso acontece ao mesmo tempo em que a diva Maria Bethânia cobra de Guilherme insistentemente um novo hit como Brincar de Viver para seus próximos lançamentos.

Assim, o que se tem, nesse momento, que marca esta trajetória musical vitoriosa, de praticamente 35 anos, é um Guilherme Arantes tranquilo, vivendo com a família na grande Salvador, mas sempre em busca de novas sementes para o replantio em sua ONG – em Barra do Jacuípe – sua faceta mais visível de biólogo/ecologista amador, o que, de vez em quando, lhe rende uma queda de árvore, fato que com frequência relata nas palestras que ministra sobre a temática do meio ambiente, Brasil afora. Há, ainda, um outro Guilherme que vive em busca de soluções arquitetônicas para a construção de sua pousada-estúdio Coaxo do Sapo. Sim – ele também voltou às pranchetas e aos “autocads da vida” – para a enorme alegria de sua mãe – a Dona Hebe – que ainda sonha com sua volta para as aulas na FAU – USP. Isso tudo sem deixar de lado, claro, as inevitavelmente presentes inspirações musicais, que ele, de quebra, quase sempre registra no seu bom e velho caderninho de anotações

Guilherme Arantes – Ao Vivo (áudio dvd) 2001

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01. Êxtase
02. Meu Mundo e Nada Mais
03. Pedacinhos (Bye Bye So Long)
04. Vai Ficar Pra Mim
05. Brincar de Viver
06. Planeta Água
07. Prontos Para Amar
08. Coisas do Brasil
09. Cuide-se Bem
10. Um Dia, Um Adeus
11. Amanhã
12. Loucas Horas
13. Cheia de Charme
14. Aprendendo a Jogar
15. Lágrimas de Uma Mulher
16. O Melhor Vai Começar
17. Deixar Chover
18. Balão Azul
Bônus:
19. Baile de Máscaras
20. Mania de Possuir
21. Prelúdio (O Amor Nascer)
22. Um Deus Ateu

hora de partir o coração
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http://www.4shared.com/file/78868514/d6caad9a/Guilherme_Arantes_-_1996_Outras_Cores_-_01_Hora_de_partir_o_coracao.html

Guilherme Arantes – Coração Paulista (1980)

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01. Coração Paulista
02. A Noite
03. Estranho
04. Brasilia
05. Adágio
06. Fantoches
07. S.O.S.
08. 1980
09. Se Você Fizer Um Som
10. Coração Fantoche

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MPB

Pastores da Noite

Canto Vital

Nilson Chaves

Maniva


Não peguei o Itá


Amazônia brasileira
Com Sebastião Tapajós


Interior
Com Vital Lima

Elis Regina

Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 — São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma cantora brasileira. De morte trágica e prematura, deixou vasta e brilhante obra na música popular brasileira. Era carinhosamente chamada a Pimentinha.Foi e ainda é considerada por muitos a maior cantora brasileira que já existiu.Elis Regina nasceu na capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, onde começou a carreira como cantora aos onze anos de idade em um programa de rádio para crianças chamado O Clube do Guri, na Rádio Farroupilha, apresentado por Ari Rego. Revelando enorme precocidade, aos 16 anos lançou o primeiro LP da carreira. Sobre o começo da carreira de Elis e a disputa entre quem de fato a lançou, o produtor Walter Silva disse à Folha de S. Paulo:”Poucas pessoas sabem quem realmente descobriu Elis. Foi um vendedor da gravadora Continental chamado Wilson Rodrigues Poso, que a ouviu cantando menina, aos quinze anos, em Porto Alegre. Ele sugeriu à Continental que a contratasse, e em 1962 saiu o disco dela. Levei Elis ao meu programa, fui o primeiro a tocar seu disco no rádio. Naquele dia eu disse: Menina, você vai ser a maior cantora do Brasil. Está gravado.Em 1960 foi contratada pela Rádio Gaúcha, e em 1961 viajou ao Rio de Janeiro, onde gravou o primeiro disco, Viva a Brotolândia. Lançou ainda mais três discos, enquanto morava em Rio Grande do Sul.Em 1964, um ano com a agenda lotada de espetáculos no eixo Rio-São Paulo, assinou um contrato com a TV Rio para participar do programa Noites de Gala; é levada por Dom Um Romão para o Beco das Garrafas sob a direção da dupla Luís Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli, com os quais ainda realizaria diversas parcerias, e um casamento com Bôscoli em 1967. Acompanhada agora pelo grupo Copa trio, de Dom Um, canta no Beco das Garrafas, o reduto onde nasceu a bossa nova, e conhece o coreógrafo americano Lennie Dale, que a ensinou a mexer o corpo para cantar, tirando aquele nado que ela tinha com os braços.Participa do espetáculo Fino da Bossa organizado pelo Centro Acadêmico da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, que ficou conhecido também como Primeiro Demti-Samba, dirigido por Walter Silva, no Teatro Paramount, atual Teatro Abril (São Paulo). Ao final do mesmo ano (1964) conhece o produtor Solano Ribeiro, idealizador e executor dos festivais de MPB da Tv Record. Um ano glorioso, que ainda traria a proposta de apresentar o programa O Fino da Bossa, ao lado de Jair Rodrigues. O programa, gravado a partir dos espetáculos e dirigido por Walter Silva, ficou no ar até 1967 (TV Record, Canal 7, SP) e originou três discos de grande sucesso: um deles, Dois na Bossa, foi o primeiro disco brasileiro a vender um milhão de cópias.O estilo musical interpretado ao longo da carreira percorria assim o “fino da bossa nova”, firmando-se como uma das maiores referências vocais deste gênero. Aos poucos, o estilo MPB, pautado por um hibridismo ainda mais urbano e ‘popularesco’ que a bossa nova, distanciando-se das raízes do jazz americano, seria mais um estilo explorado. Já no samba consagrou Tiro ao Álvaro e Iracema (Adoniran Barbosa), entre outros. Notabilizou-se pela uniformidade vocal, primazia técnica e uma afinação a toda prova. O registro vocal pode ser definido como de uma mezzo-soprano característico com um fundo levemente metálico e vagamente rouco.Desde a década de 1960, quando surgiram os especiais do Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), até o final da década de 1980, a televisão brasileira foi marcada pelo sucesso dos espetáculos transmitidos; apresentando os novos talentos, registravam índices recordes de audiência. No Festival conheceu Chico Buarque, mas acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Elis participou do especial Mulher 80 (Rede Globo), um desses momentos marcantes da televisão; o programa exibiu uma série de entrevistas e musicais cujo tema era a mulher e a discussão do papel feminino na sociedade de então, abordando esta temática no contexto da música nacional e da inegável preponderância das vozes femininas, com Maria Bethânia, Fafá de Belém, Zezé Motta, Marina Lima, Simone, Rita Lee, Joanna, Elis Regina, Gal Costa e as participações especiais das atrizes Regina Duarte e Narjara Turetta, que protagonizaram o seriado Malu Mulher.A antológica interpretação de Arrastão (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), no Festival, escreveu um novo capítulo na história da música brasileira, inaugurando a MPB e apresentando uma Elis ousada. Uma interpretação inesquecível, encenada pouco depois de completar apenas 20 anos de idade e coroada com o reconhecimento do Prêmio Berimbau de Ouro. O prêmio Roquette Pinto veio na sequência elegendo-a a Melhor cantora do ano.Fã incondicional de Carmen Miranda, a quem prestou várias homenagens, Elis impulsionava uma carreira não menos gloriosa, possibilitando o lançamento do primeiro LP individual, Samba eu canto assim (Cbd, selo Philips). Pioneira, em 1966 lançou o selo Artistas, registrando o primeiro disco independente produzido no Brasil, intitulado Viva o Festival da Música Popular Brasileira, gravado durante o festival. Mais uma vitoriosa participação no III Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), a canção O cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta), classificando-se para a finalíssima e reconhecida com o prêmio de Melhor Intérprete.Em 1968, uma viagem à Europa a lança no eixo musical internacional, conquistando grande sucesso, principalmente no Olympia de Paris, onde se tornou a primeira artista a se apresentar duas vezes num mesmo ano, naquela que é a mais antiga sala de espectáculos musicais de Paris.Foi Elis quem também lançou boa parte dos compositores até então desconhecidos, como Milton Nascimento, Renato Teixeira, Tim Maia, Gilberto Gil, João Bosco e Aldir Blanc, Sueli Costa, entre outros. Um dos grandes admiradores, Milton Nascimento, a elegeu musa inspiradora e a ela dedicou inúmeras composições.Durante os anos 70, aprimorou constantemente a técnica e domínio vocal, registrando em discos de grande qualidade técnica parte do melhor da sua geração de músicos.Patrocinado pela Philips na mostra Phono 73, com vários outros artistas, deparou-se com uma platéia fria e indiferente, distância quebrada com a calorosa apresentação de Caetano Veloso: Respeitem a maior cantora desta terra. Em julho lançou Elis.Em 1975, com o espetáculo Falso Brilhante, que mais tarde originou um disco homônimo, atinge enorme sucesso, ficando mais de um ano em cartaz e realizando quase 300 apresentações. Lendário, tornou-se um dos mais bem sucedidos espetáculos da história da música nacional e um marco definitivo da carreira. Ainda teve grande êxito com o espetáculo Transversal do Tempo, em 1978, de um clima extremamente político e tenso; o Essa Mulher em 1979, direção de Oswaldo Mendes, que estreou no Anhembi em São Paulo e excursionou pelo Brasil no lançamento do disco homônimo; o Saudades do Brasil, em 1980, sucesso de crítica e público pela originalidade, tanto nas canções quanto nos números com dançarinos amadores, direção de Ademar Guerra e coreografia de Márika Gidali (Ballet Stagium); e finalmente o último espetáculo, Trem Azul, em 1981, direção de Fernando Faro. Data desta época, a frase: Neste país só duas cantam: Gal e eu.Dentre os inúmeros sucessos consagrados, estão: Arrastão, Canção do sal, Redescobrir, Casa no campo, Fascinação, Maria Maria, Cartomante, Corcovado, O Bêbado e a Equilibrista, Aquarela do Brasil, Águas de março, Retrato em preto e branco, Alô Alô marciano, Chega de Saudade, Carolina, Dinorah Dinorah, Canção da América, Travessia, Saudosa maloca, Me deixas Louca, Aviso aos navegantes, Folhas secas, Tiro ao Álvaro, Iracema, Aquele Abraço, Como nossos pais, Doente Morena, Ensaio Geral, Fechado pra Balanço, Ladeira da Preguiça, Louvação, No Dia Em Que Eu Vim Me Embora, Meio de Campo, O Compositor Me Disse, Gracias a la vida, Oriente, Rebento, Roda, Se Eu Quiser Falar Com Deus, Viramundo, dentre muitos outros.Elis Regina criticou muitas vezes a ditadura brasileira, nos difíceis Anos de chumbo, quando muitos músicos foram perseguidos e exilados. A crítica tornava-se pública em meio às declarações ou nas canções que interpretava. Em entrevista, no ano de 1969, teria afirmado que o Brasil era governado por gorilas (Há ainda controvérsias em relação a essa declaração. Existem arquivos dos próprios militares onde ela se justifica dizendo que isso foi criado por jornalistas sensacionalistas). A popularidade a manteve fora da prisão, mas foi obrigada pelas autoridades a cantar o Hino Nacional durante um espetáculo em um estádio, fato que despertou a ira da esquerda brasileira.Sempre engajada politicamente, Elis participou de uma série de movimentos de renovação política e cultural brasileira, com voz ativa da campanha pela Anistia de exilados brasileiros. O despertar de uma postura artística engajada e com excelente repercussão acompanharia toda a carreira, sendo enfatizada por interpretações consagradas de O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc), a qual vibrava como o hino da anistia. A canção coroou a volta de personalidades brasileiras do exílio, a partir de 1979. Um deles, citado na canção, era o irmão do Henfil, o Betinho, importante sociólogo brasileiro.Outra questão importante se refere ao direito dos músicos brasileiros, polêmica que Elis encabeçou, participando de muitas reuniões em Brasília. Além disso, foi presidente da Assim, Associação de Intérpretes e de Músicos.Em meio a uma grande comoção nacional, faleceu aos 36 anos de idade em 19 de janeiro de 1982, devido a complicações decorrentes de uma overdose de cocaína, tranquilizantes e bebida alcoólica. Foi sepultada no Cemitério do Morumbi.”Choram Marias e Clarices…Chora a nossa pátria mãe gentil. Em busca de um sol maior, Elis Regina embarcou num brilhante trem azul, deixando conosco a eternidade de seu canto pelas coisas e pela gente de nossa terra. E uma imensa saudade”´´. – Agência de Publicidade.Elis é mãe de João Marcelo Bôscoli, filho do casamento com o músico Ronaldo Bôscoli, e de Pedro Camargo Mariano e Maria Rita, filhos do pianista César Camargo Mariano. Os três enveredaram pelo ramo da música.Fonte: WikipédiaÁLBUNS DISPONÍVEIS PARA DOWNLOADViva a Brotolândia (1961)http://rapidshare.com/files/54827484/Elis_-_1961_-_Viva_a_Brotol_ndia_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/103857318/Elis_Regina_-_Viva_a_Brotolandia__1961_.rarPoema de Amor (1962)http://rapidshare.com/files/54829476/Elis_-_1962_-_Poema_de_Amor_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/99233487/Elis_Regina_-_Poema_de_Amor__1962_.rarEllis Regina (1963)http://rapidshare.com/files/95975419/Elis_Regina_-_Ellis_Regina__1963_.rarO Bem do Amor (1963)http://rapidshare.com/files/98752283/Elis_Regina_-_O_Bem_do_Amor__1963_.rarSamba – Eu Canto Assim (1965)http://rapidshare.com/files/103802978/Elis_Regina_-_Samba_Eu_Canto_Assim__1965_.rarO Fino do Fino – ao vivo, com Zimbo Trio (1965)http://rapidshare.com/files/86093615/Elis_Regina___Zimbo_Trio_-_1997_-_O_Fino_do_Fino.rarPassword: amraoouhttp://rapidshare.com/files/130039703/UQT1965_Elis_Regina_e_Zimbo_Trio_-_O_Fino_do_Fino.rarDois na Bossa Vol. 1 – ao vivo, com Jair Rodrigues (1965)http://rapidshare.com/files/87567430/Elis_Regina_-_2_na_Bossa_-_Vol._1_-_Elis_Regina_e_Jair_Rodrigues__1965_.rarElis (1966)http://rapidshare.com/files/88328667/Elis_Regina_-_Elis__1966_.rarDois na Bossa Vol. 2 – ao vivo, com Jair Rodrigues (1966)http://rapidshare.com/files/87574279/Elis_Regina_-_2_na_Bossa_-_Vol._2_-_Elis_Regina_e_Jair_Rodrigues__1966_.rarDois na Bossa Vol. 3 – ao vivo, com Jair Rodrigues (1967)http://rapidshare.com/files/87577552/Elis_Regina_-_2_na_Bossa_-_Vol._3_-_Elis_Regina_e_Jair_Rodrigues__1967_.rarElis Especial (1968)http://rapidshare.com/files/86095890/Elis_Regina_-_Elis_Especial.rarPassword: amraoouhttp://rapidshare.com/files/91472413/Elis_Regina_-_Elis_Especial__1968_.rarElis, Como & Porque (1969)http://link-protector.com/425441/Elis Regina & Toots Thielemans – Aquarela do Brasil (1969)http://rapidshare.com/files/54831172/Elis_-_1969_-_Aquarela_do_Brasil_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/87581902/Elis_Regina_-_Aquarela_do_Brasil_-_Elis_Regina_e_Toots_Thielmans__1969_.rarElis Regina in London (1969) – lançado no Brasil em 1982http://link-protector.com/424710/Em Pleno Verão (1970)http://rapidshare.com/files/86182707/Elis_Regina_-_1970_-_Em_Pleno_Ver_o.rarPassword: amraoouhttp://rapidshare.com/files/97535811/Elis_Regina_-_Em_Pleno_Ver_o__1970_.rarMadalena (1970)http://rapidshare.com/files/53098035/ElisRegina-Madalena-_sevein_-.rarElis no Teatro da Praia com Miele & Bôscoli (1970)http://link-protector.com/424715/Ela (1971)http://rapidshare.com/files/54833524/Elis_-_1971_-_Ela_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/87811217/Elis_Regina_-_Ela__1971_.rarElis (1972)http://rapidshare.com/files/54834993/Elis_-_1972_-_Elis_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86181699/Elis_Regina_-_1972_-_Elis.rarPassword: amraoouhttp://rapidshare.com/files/88339876/Elis_Regina_-_Elis__1972_.rarElis (1973)http://rapidshare.com/files/54838513/Elis_-_1973_-_Elis_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86179874/Elis_Regina_-_1973_-_Elis.rarPassword: amraoouhttp://rapidshare.com/files/118977330/Elis_Regina_-_Elis__1973__-_By_Ale.rarouhttp://rapidshare.com/files/89909098/Elis_Regina_-_Elis__1973_.rarElis & Tom (1974)http://rapidshare.com/files/54841196/Elis_-_1974_-_Elis___Tom_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86094992/Elis_Regina___Tom_Jobim_-_1974_-_Elis___Tom.rarPassword: 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http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/103831884/Elis_Regina_-_Transversal_do_Tempo__1978_.rarElis Especial (1979)http://www.mediafire.com/?bmzk2mtccnpouhttp://rapidshare.com/files/91465791/Elis_Regina_-_Elis_Especial__1979_.rarElis, Essa Mulher (1979)http://rapidshare.com/files/54850384/Elis_-_1979_-_Essa_Mulher_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://d.turboupload.com/d/181777/Elis_-_Essa_Mulher.zip.htmlouhttp://sharebee.com/3be009feouhttp://rapidshare.com/files/97576626/Elis_Regina_-_Essa_Mulher__1979_.rarSaudade do Brasil (1980)http://rapidshare.com/files/103824921/Elis_Regina_-_Saudade_do_Brasil__1980_.rarElis (1980)http://rapidshare.com/files/89920438/Elis_Regina_-_Elis__1980_.rarVento de Maio (1980)http://rapidshare.com/files/54851935/Elis_-_1980_-_Vento_de_Maio_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://www.megaupload.com/?d=VN03NY6W Montreux Jazz Festival(1982)http://www.gigasize.com/get.php?d=x0gg8xncmsbouhttp://www.zshare.net/download/5879780bde9ffa/ouhttp://rapidshare.com/files/98714598/Elis_Regina_-_Montreux_Jazz_Festival__1982_.rarTrem Azul (1982)http://rapidshare.com/files/103851741/Elis_Regina_-_Trem_Azul_-_Disco_1__1982_.rarhttp://rapidshare.com/files/103854301/Elis_Regina_-_Trem_Azul_-_Disco_2__1982_.rarElis Regina Interpreta João Bosco e Aldir Blanc (1983)http://rapidshare.com/files/86176367/Elis_Regina_-_1983_-_Interpreta_Jo_o_Bosco_e_Aldir_Blanc.rarPassword: amraoLuz das Estrelas (1984)http://rapidshare.com/files/54855884/Elis_-_1984_-_Luz_das_Estrelas_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86114843/Elis_Regina_-_1994_-_Luz_das_Estrelas.rarPassword: amraoNada Será Como Antes – Elis Interpreta Milton Nascimento (1988)http://rapidshare.com/files/98744058/Elis_Regina_-_Nada_Ser__Como_Antes_-_Elis_Interpreta_Milton_Nascimento__1988_.rarFascination (1990)http://rapidshare.com/files/86128777/Elis_Regina_-_1990_-_Fascination.rarPassword: amraoPersonalidade (1993)http://rapidshare.com/files/54858055/Elis_-_1993_-_Personalidade_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86161704/Elis_Regina_-_1987_-_Personalidade.rarPassword: amraoElis Regina no Fino da Bossa (1994)http://rapidshare.com/files/54859604/Elis_-_1994_-_No_Fino_da_Bossa_Nova_-_Volume_1_-_By_Brasilmidia.rarhttp://rapidshare.com/files/54860799/Elis_-_1994_-_No_Fino_da_Bossa_Nova_-_Volume_2_-_By_Brasilmidia.rarhttp://rapidshare.com/files/54862047/Elis_-_1994_-_No_Fino_da_Bossa_Nova_-_Volume_3_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://www.megaupload.com/pt/?d=LFFRB7WAouhttp://link-protector.com/425431/http://link-protector.com/425433/http://link-protector.com/425435/Minha História (1994)http://rapidshare.com/files/86112849/Elis_Regina_-_1994_-_Minha_Hist_ria.rarPassword: 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(2002)http://rapidshare.com/files/87066542/Elis_Regina_-_20_Anos_De_Saudade_-_CD_1__2002_.rarhttp://rapidshare.com/files/87078623/Elis_Regina_-_20_Anos_De_Saudade_-_CD_2__2002_.rarouhttp://rapidshare.com/files/112093007/0419_new_-x-Els.Rgn-20.An.d.Sdd.D1_02_-x-AM.ziphttp://rapidshare.com/files/112094884/0419_new_-x-Els.Rgn-20.An.d.Sdd.D2_02_-x-AM.zipPerfil (2003)http://rapidshare.com/files/54872027/Elis_-_2003_-_Perfil_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comouhttp://rapidshare.com/files/86057858/Elis.Perfil.www.musicalmente.info.rar.htmlPassword: amraoElis Ao Vivo (2003)http://rapidshare.com/files/86104314/Elis_Regina_-_2003_-_Elis_ao_Vivo.rarPassword: amraoNada Será Como Antes (2004)http://rapidshare.com/files/54873478/Elis_-_2004_-_Nada_Ser__Como_Antes_-_By_Brasilmidia.rarPassword: http://www.newbrasilmidia.blogspot.comSucessos Inesquecíveis de Elis Regina – BOX 05 CD’s (2005)http://rapidshare.com/files/18735006/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd1.rarhttp://rapidshare.com/files/18739336/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd2.rarhttp://rapidshare.com/files/18746142/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd3.part1.rarhttp://rapidshare.com/files/18746683/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd3.part2.rarhttp://rapidshare.com/files/18751023/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd4.rarhttp://rapidshare.com/files/18731537/Elis_Regina_-_Sucessos_inesqueciveis_-_cd5.rarouhttp://rapidshare.com/files/86102005/Elis_Regina_-_2005_-_Sucessos_Inesquec_veis.part1.rarhttp://rapidshare.com/files/86098825/Elis_Regina_-_2005_-_Sucessos_Inesquec_veis.part2.rarhttp://rapidshare.com/files/86096075/Elis_Regina_-_2005_-_Sucessos_Inesquec_veis.part3.rarPassword: amrao

Novos Baianos

Os Novos Baianos foram um conjunto musical brasileiro, ativo entre os anos de 1969 e 1979. O Grupo marcou a música popular brasileira e até o rock brasileiro dos anos 70, utilizando de vários ritmos musicais brasileiros que vão de bossa nova, frevo, baião, choro, afoxé ao rock n’ roll. O grupo lançou oito trabalhos antológicos para MPB. Influenciados pela contracultura e pela emergente Tropicália. Contava com Moraes Moreira (compositor, vocal e violão), Baby Consuelo (vocal), Pepeu Gomes (Guitarra), Paulinho Boca de Cantor (vocal), Luiz Galvão (letras) e a banda de apoio A Cor do Som.

A história do grupo começou em 1969. com o espetáculo “O Desembarque dos Bichos Depois do Dilúvio Universal”, no Teatro Vila Velha, em Salvador, Bahia, onde pela primeira vez juntos, se apresentaram Luiz Galvão, agronomo formado, Paulinho Boca de Cantor, ex-crooner da “Orquesta Avanço”, popular nas noites de Salvador, Moraes Moreira, a única não-baiana do grupo, a niteróiense Baby Consuelo, e Pepeu Gomes.

Moraes Moreira e Luiz Galvão foram apresentados por Tom Zé, que era amigo de Galvão. Baby Consuelo conheceu os dois em um bar, enquanto passava as férias em Salvador. Mais tarde, Paulinho Boca de Cantor conheceu os três, e se uniu a eles. Dos membros que formariam o grupo mais tarde, apenas Pepeu Gomes era músico, e havia passado por diversas bandas. Nas apresentações em palco e gravações, o grupo era inicialmente pelo um quarteto, acompanhado pelo grupo ‘Os Leifs’, que depois teve seu nome mudado para A Cor do Som, do qual faziam parte o baixista Dadi, guitarrista Pepeu Gomes e seu irmão baterista, Jorginho Gomes. Pepeu Gomes se casou com a vocalista da banda, Baby Consuelo, e é incorporado definitivamente ao grupo, e ao lado de Moraes Moreira colabora de maneira como arranjador musical do grupo.

Em 1969 se inscrveram para o V Festival de Música Popular Basileria com a canção “De Vera”. A origem do nome surgiu em decorrencia a uma apresentação na Rede Record, quando ainda sem nome definido para o grupo, um funcionario da emissora grutou “Chama aí esses novos baianos!”. Os Novos Baianos nunca foram controlados por gravadoras e empresários, tanto que quado foram para São Paulo, se apresentaram em diversos programas de televisão, extrapolando o tempo previsto.

O primeiro empresário do grupo foi Marcos Lázaro, e a primeira gravadora foi a RGE, onde lançaram um compacto simples, “De Vera”/”Colégio de Aplicação”, e no ano de 1970 o primeiro long play, titulado de É Ferro na Boneca, que além de trazer as canções do compacto, e uma grande mistura de gêneros, foi tema dos filmes “Caveira My Friend” e “Meteorango Kid”. Apesar de tudo, o número de cópias vendidas do disco não foi tão extensa.

Com a desclassificação de “Vera” do Festival da Record, Os Novos Baianos resolveram seguir para o Rio de Janeiro. Lá, moravam todos juntos em quatro cômodos, o que fazia com que o entrosamento entre os músicos fosse muito grande. Em 1971, gravaram o segundo compacto simples, “Volta que o Mundo dá”, e receberam a visita de João Gilberto, que viria a influenciá-los com o samba. Após a grande fusão de gêneros brasileiros, sugerida por João Gilberto, e a guitarra de Pepeu Gomes, surgiu o mais consistente e lembrado disco do grupo, Acabou Chorare, pela Som Livre; considerado o melhor álbum brasileiro da história segundo a revista Rolling Stones.

Em Jacarepaguá, alugaram um sítio apelidado de “Sitio do vovô”. Viviam de forma quase anárquica em pleno regime militar. Em uma nova gravadora, a Continental, lançam seu terceiro álbum de estúdio, Novos Baianos F. C., com inovações ritmicas e líricas. O disco ganhou um filme homônimo de Solano Ribeiro.

Os Novos Baianos se mudam novamente, desta vez para uma fazenda em São Paulo, a convite de um execultivo da Continental. Lá gravaram o quarto disco, Novos Baianos, mais conhecido por Alunte. O disco não vendeu tanto quanto os anteriores, o que levou ao desentendimento com a gravadora. A crise começou, Moraes Moreira, principal letrista da banda resolveu partir para a carreira solo.

Desfalcados de Moraes Moreira, letrista principal ao lado de Galvão, o grupo faz de Pepeu Gomes o exemplo instrumental. O disco seguinte, Vamos pro Mundo, lançado ainda em 1974 pela Som Livre. As faixas instrumentais em choro, baião e samba eram o foco do disco.

Em 1976, o grupo assina seu contrato mais longo, de dois anos com a gravadora Tapecar. O primeiro álbum na gravadora, Caia na Estrada e Perigas Ver, investiu no samba, rock e chorinho, com regravações de “Ziriguidum”, de Jackson do Pandeiro e “Brasileirinho” de Waldir Azevedo. Em 1977 lançara Praga de Baiano, já enfraquecidos pelo processo inicial das carreiras solo de Paulinho, Pepeu e Baby. O disco trazia o trio elétrico, frevo, e bastante música instrumental. Tornaram-se atração dos trios-elétricos, e Baby Consuelo foi a primeira cantora desse tipo de evento.

O último trabalho, Farol da Barra, pela CBS, homenageia os compositores Ari Barroso e Dorival Caymmi, regravando “Isto Aqui O Que É?”, e “Lá Vem a Baiana”. O principal destaque do disco era a faixa-título, uma parceria entre Galvão e Caetano Veloso. No ano seguinte o grupo encerra suas atividades.

Em 1987, Baby, Pepeu e Paulinho se reuniram em uma apresentação única no Teatro Castro Alves. Em 1990, a reunião completa de Baby, Paulinho, Pepeu e Moraes Moreira aconteceu em no trio elétrico nas ruas de Salvador. Neste mesmo ano, Pepeu e Moraes gravam um trabalho juntos.

Em 1997, o grupo reúne sua formação original e lançam o disco duplo: Infinito Circular, que reune antigas composições.

Álbums de Estúdio
* 1970 – É Ferro na Boneca (RGE)
* 1972 – Acabou Chorare (Som Livre)
* 1973 – Novos Baianos F. C. (Continental)
* 1974 – Novos Baianos (Continental)
* 1974 – Vamos pro Mundo (Som Livre)
* 1976 – Caia na Estrada e Perigas Ver (Tapecar)
* 1977 – Praga de Baiano (Tapecar)
* 1978 – Farol da Barra (CBS)
* 1997 – Infinito Circular (Globo/Polydor)

Fonte: Wikipédia

ÁLBUNS DISPONÍVEIS PARA DOWNLOAD

Novos Baianos – É Ferro na Boneca (1970)
http://www.badongo.com/pt/file/1570831
ou
http://www.4shared.com/file/54655066/7b0b36ee/Novos_Baianos_-__Ferro_na_Boneca.html

Novos Baianos – Acabou Chorare (1972)
http://www.badongo.com/pt/file/1570832
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http://www.badongo.com/file/2101228
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Novos Baianos – Novos Baianos F. C. (1973)
http://www.badongo.com/pt/file/1571172

Novos Baianos – Novos Baianos (1974)
http://www.badongo.com/pt/file/1571173

Novos Baianos – Vamos pro Mundo (1974)
http://www.megaupload.com/?d=N8YOBEPW
ou
http://www.mediafire.com/?5yenjgmyzjj

Novos Baianos – Caia na Estrada e Perigas Ver (1976)
http://rapidshare.com/files/14189608/Novos_Baianos__1976__Caia_Na_Estrada_e_Perigas_Ver.zip.html

Novos Baianos – Praga de Baiano (1977)
http://www.badongo.com/pt/file/1577498

Novos Baianos – Farol da Barra (1978)
http://www.badongo.com/pt/file/1577499
ou
http://www.megaupload.com/?d=Q637NX82

Novos Baianos – Infinito Circular (1997)
http://www.4shared.com/file/61300160/e0ee3f59/Novos_Baianos_-_Infinito_Circular_I.html
http://www.4shared.com/file/61303230/8d6adaab/Novos_Baianos_-_Infinito_Circular_II.html

Novos Baianos + Baby – No fim do juízo
http://rapidshare.com/files/14191075/Novos_Baianos___Baby_No_Fim_do_Ju_zo.rar.html


Paulo Hugo Morais Sobrinho, o Paulinho Pedra Azul, é um cantor, poeta, artista plástico e compositor brasileiro nascido em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no dia 3 de agosto de 1954.

Sua carreira artística teve início por volta dos 13 anos de idade, inicialmente com as artes plásticas. Enveredando pela música participou de um conjunto chamado “The Giants”, em que trabalhou com Rogério Braga, Mauro Mendes, Marivaldo Chaves, Salvador, Edmar Moreira e André, interpretando canções dos Beatles, The Fevers, Os Incríveis, Erasmo e Roberto Carlos, dentre outros.

A partir do final dos anos 1960 participou de festivais regionais de música e de poesia, tendo realizado inúmeros shows em cidades do interior de Minas Gerais. Nos anos 70, mudou-se para São Paulo onde morou por dez anos, período no qual trabalhou com o cantor, humorista e ator Saulo Laranjeira, também oriundo de Pedra Azul. Retornou depois para Minas, se fixando em Belo Horizonte onde até hoje reside.

Durante o tempo em que viveu em São Paulo gravou seus três primeiros discos. O LP de estréia fez grande sucesso com a canção que lhe dá o título: “Jardim da Fantasia”, popularmente conhecida como “Bem-te-vi”.

Com um estilo que varia do romântico à MPB, fortemente influenciada pelo Clube da Esquina, e com algumas composições de chorinhos, Paulinho Pedra Azul tem 19 discos gravados, a maioria deles independentes, tendo vendido cerca de 500 mil exemplares de toda a sua obra. É também autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros, dentre eles “Delírio Habanero – Pequeno Diário em Cuba”, escrito durante visita à ilha de Fidel Castro.

Apesar de não ser um constante freqüentador da mídia de massa, Paulinho Pedra Azul consegue ser conhecido por um segmento específico que envolve principalmente universitários. Pesquisa feita pela AMAR (Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes), o destacou como o segundo cantor mais conhecido de Minas Gerais, perdendo apenas para Milton Nascimento.

A sua canção mais conhecida é “Jardim da Fantasia”, que, segundo o próprio Paulinho, á apelidada de Bem-te-vi. A música teria sido feita para uma noiva falecida do compositor, mas ele nega isto.

Fonte: Wikipédia

ÁLBUNS DISPONÍVEIS PARA DOWNLOAD

Paulinho Pedra Azul – Jardim da fantasia (1982)
1- Ave cantadeira
2- Pobre bichinho
3- Valsa do desencanto
4- Voarás
5- Nascente
6- Cortinas de ferro
7- Jequitinhonha
8- Cantar
9- Jardim da fantasia
10- Vagando
11- Ave cantadeira
http://www.mediafire.com/?egmmnn3lyed

Paulinho Pedra Azul – Uma janela dentro dos meus olhos (1984)
01- recado pra um amigo solitario
02- precisamos de amores
03- teu triste olhar
04- olhar de juliana
05- pedra azul
06- noite sem luar
07- valsa em si
08- um novo sonho
09- uma janela dentro dos meus olhos
http://rapidshare.com/files/112470842/PAULINHO…MEUS_OLHOS.rar.html

Paulinho Pedra Azul – Sonho de menino (1986)
01 – Coração de Strass
02 – O Amor
03 – Casinhsa de Palha
04 – Cine Isabel
05 – Anjos da Terra
06 – Outro Sonho
07 – Sonho de Menino
08 – Pra – Tati, Pra – Tatá
09 – Balão da Terra
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Paulinho Pedra Azul – Pintura (1988)
01 – Pintura
02 – Tesouro da Juventude
03 – Inferno e Paraíso
04 – Mareando – (Instrumental)
05 – Nós
06 – Valsa Para Maria
07 – Esperando a Feijoada
08 – Magnetismo – (Instrumental)
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Paulinho Pedra Azul – Papagaio de papel (1989)
01 papagaio de papel
02 sorriso menino
03 cantiga pro gabriel
04 naiara
05 uma canção prá godofredo
06 pro teu coração
07 cristalina
08 valsa matinal
09 vagas expressões
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Paulinho Pedra Azul – Mais uma vez (1990)
01 – Além do Amor
02 – Esperando Anginha
03 – Valsa Azul
04 – Mais Uma Vez
05 – Olha ParaMim
06 – Chora Jazz
07 – Choroso
08 – Cachoeira do Ribeiro
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Paulinho Pedra Azul – 10 anos (1991)
1- Uma Canção para Godofredo
2- Jardim da Fantasia
3- Pintura
4- Papagaio de Papel
5- Além do Amor
6- Chora Jazz
7- Recado para um Amigo Solitário
8- Cachoeira do Ribeiro
9- Valsa Azul
10- Choroso
11- Ave Cantadeira
12- Anjos da Terra
13- Nós
14- Olha para Mim
15- Esperando Anginha
16- Bailorena + Estrelas, Nil
17- Balão de Terra
18- Valsa pra Maria
19- Cantiga pro Gabriel
20- Mareando
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http://www.mediafire.com/?4zzxnbnywb0

Paulinho Pedra Azul – Uma história brasileira (1992)
1- Cine Izabel
2- Star crossed lovers
3- O amor e a paz
4- Uma fada nos meus olhos
5- Uma história brasileira…
6- Amor se foi
7- Cidade vazia
8- Cine Izabel (Instrumental)
http://www.mediafire.com/?30vssw3chno

Paulinho Pedra Azul – Ao Vivo (1994)
1- Manhã
2- Jequitinhonha
3- Jardim da fantasia
4- Ave cantadeira
5- Tarde
6- Cine Isabel
7- Esperando a feijoada
8- Olha para mim
9- Noite
10- Inspiração
11- Trabalhador honesto
12- Precisamos de Amores/Teu Triste Olhar
http://www.mediafire.com/?7v5nz5jfejb
ou
http://www.mediafire.com/?6oxmd0hrrid

Paulinho Pedra Azul – As Estações Do Homem (1997)
01. Um tempo que passou
02. Vem viver comigo
03. Balada blue
04. Desencontro
05. Belo caso de amor
06. E fui andando
07. Não chore
08. Uma nova estrela
09. Eu quero amar
10. As estações do homem
11. Pelé falou
12. Un tempo che è già andato
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Paulinho Pedra Azul – Samba Canção (1999)
01. Samba da montanha
02. A bailarina
03. O carnaval que vem
04. No canto do passarinho
05. Feitiço no samba
06. Poema e canção
07. Me chama que eu vou
08. Delírio habanero
09. El otro viaje (Mais uma viagem)
10. Boas notícias
11. O passeio
12. Pilar
13. Amor fugaz
14. Das letras, das pedras e dos amores
16. Poeta e músico
17. Gabriel, o jogador
18. Pequeno samba para um príncipe
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Paulinho Pedra Azul – 25 anos (2006)
1- Quando vi você
2- Para o meu bem, para o meu mal
3- Meu amor
4- Chorando em Pedra Azul
5- Quando saí do meu corpo
6- Do amor nasce uma canção
7- O futebol de Dadá
8- O amor não se cala
9- Passarinho Seresteiro
10-Tostão 5 Estrelas
11-Luz do amor
12-Duas fontes
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MPB 80 – Finalistas

Volume 1

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1. Agonia – Oswaldo Montenegro
2. Devassa – Fernanda
3. A Massa – Raimundo Sodré
4. Porto Solidão – Jessé
5. O Mal É o Que Sai da Boca do Homem – Baby Consuelo & Pepeu Gomes
6. Rio Capibaribe – Quinteto Violado
7. Clareana – Joyce
8. Reunião de Bacana – Exporta Samba
9. Diverdade – Diana Pequeno
10. Choro Alegre – Elza Maria
11. Pinhão na Amarração – Décio Marques

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Volume 2

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1. Foi Deus Quem Fez Você – Amelinha
2. Tão Minha, Tão Mulher – Maurício Duboc
3. Demônio Colorido – Sandra Sá
4. Mais Uma Boca – Fátima Guedes
5. Hino Amizade – Zé Ramalho
6. Saudade – Jane Duboc
7. Rasta-Pé – Jorge Alfredo & Chico Evangelista
8. Essa Tal Criatura – Leci Brandão
9. Nostradamus – Duardo Dusek
10. Festa da Carne – Mariama
11. Anunciação – Zezé Motta

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Parte 1

Parte 2

Elis Regina – 20 Anos de Saudades Cd 1

Elis Regina – 20 Anos de Saudades Cd 2

Chico Buarque – Carioca Ao Vivo Cd 1

Chico Buarque – Carioca Ao Vivo Cd 2


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Djavan – Ao Vivo Vol. 1

Djavan – Ao Vivo Vol. 2




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Cd1 – Easyshare

Cd2 – Easyshare

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