Category: letra S


Scorpions

Showzaço da banda alemã Scorpions, gravado em Manaus/AM/Brasil.

Amazonia Live In The Jungle (2009)¨: Download

Syd Barrett


Roger Keith Barrett (Cambridge, 6 de Janeiro de 1946 — Cambridge, 7 de Julho de 2006), conhecido por Syd Barrett, foi um dos membros fundadores, em 1960, do grupo de rock progressivo Pink Floyd.Originalmente era o vocalista, guitarrista e principal compositor da banda Pink Floyd, principalmente no seu primeiro álbum The piper at the gates of dawn (1967). Foi também o autor dos singles “See Emily Play” e “Arnold Layne”, e ainda de dois álbuns a solo. Foi também um guitarrista inovador, um dos primeiros a explorar completamente as capacidades sonoras da distorção e especialmente da recém desenvolvida máquina de eco.
Embora a sua actividade na música pop tenha sido reduzida, a sua influência nos músicos dos anos 60 (e das gerações seguintes) especialmente nos Pink Floyd, foi profunda.
À medida que a popularidade dos Floyd aumentava, assim como o consumo de drogas psicotrópicas por parte de Syd (especialmente LSD), a sua apresentação nos concertos tornava-se mais e mais imprevisível e o seu comportamento geral um estorvo para o sucesso da banda. Os problemas vieram ao de cima durante a primeira digressão do grupo pelos Estados Unidos no fim de 1967, Syd começou a ficar extremamente difícil e cada vez mais ausente; tendo essa ausência e o seu estranho comportamento começado a causar problemas ao grupo

Comportamento bizarro

Contam-se muitas histórias sobre o comportamento bizarro e imprevisível de Syd, algumas delas sem dúvida falsas, mas outras sabe-se que foram verdade. Numa ocasião famosa, no programa de televisão de Pat Boone, recusou-se a fingir que actuava, ficando parado, braços caídos ao longo do corpo e olhando fixamente para a câmara. Noutro incidente bem conhecido, diz-se que antes de entrar em palco Syd teria esmagado uma caixa inteira de tranquilizantes Mandrax, misturando-os com uma grande quantidade creme para o cabelo Brylcreem, depois pôs a mistura sobre a cabeça e colocou-se por debaixo dos projectores de palco; a mistura viscosa derreteu e começou a escorrer pela sua cara dando a aparência desta se estar a derreter. Outra história diz que Syd apareceu no estúdio apresentando aos colegas uma música nova chamada Have You Got It Yet. Conforme ele ia ensinando a canção ao grupo tornou-se óbvio que ele mudava os acordes cada vez que a tocava, tornando impossível a sua aprendizagem

Morte

Faleceu no dia 7 de Julho de 2006[1], em Cambridge, aos 60 anos de idade. As causas não foram confirmadas. Especula-se que tenha morrido por complicações relacionadas com a diabetes, enfermidade da qual sofria há anos, embora o jornal inglês The Guardian diga que a causa foi cancro. Apesar de seu funeral ter sido aguardado por inúmeros fãs, somente a família esteve presente na cerimónia.

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(TV broadcast mp3@256)

Rick Parfitt
Francis Rossi
Andy Bown
John Edwards
Matt Letley

AVO sessions

01 – Caroline (4:49)
02 – Something ‘bout you baby I like (2:11)
03 – Don’t waste my time (4:04)
04 – 4500 times (5:50)
05 – Rain (4:55)
06 – All stand up (4:53)
07 – Mystery medley (10:14)
08 – Belavista man (5:16)
09 – The party ain’t over yet (3:57)
10 – Gerdundula (8:35)
11 – Roll over lay down (5:47)
12 – Down down (5:44)
13 – Whatever you want (5:23)
14 – Rockin all over the world (3:50)
15 – Proposing medley (8:26)
16 – Rock’n roll music – Bye bye Johnny (4:55)

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Gênero: Hard Rock / Heavy Metal
Origem: Germany

Track List:

01 – Loving You Sunday Morning
02 – Bad Boys Running Wild
03 – Mysterious
04 – Mind Like A Tree
05 – Tease Me Please Me
06 – Holiday
07 – The Zoo
08 – Big City Nights
09 – Blackout
10 – No One Like You
11 – Still Loving You
12 – Rock You Like A Hurricane

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Montagem: Mr Bad Guy

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Quer ouvir um Cd de rock de altíssima qualidade e ainda por cima compreender as letras, pois tudo é cantado em português? Então é hora de ter SIMPLESMENTE ROCK, o novo álbum da grande banda paulista SALARIO MINIMO, lançado pela VOICE MUSIC (a mesma de Shaaman, Baranga, King Bird, entre outras). Depois de gravar a coletânea SP METAL I em 1984 (18.000 cópias vendidas) e BEIJO FATAL de 1987 (78.000 cópias vendidas), o quinteto está de volta com força máxima!!!

Considerado por público e crítica como o melhor line-up que o SALARIO já teve, CHINA LEE (vocais) e JUNIOR MUZILLI (guitarra) da formação original, tem agora a companhia de DANIEL BERETTA (guitarra), DIEGO LESSA (baixo) e MARCELO LADWIG (bateria). O disco consolida a banda no cenário rock brazuca. Temas atuais, pegada rock, marca registrada da banda, aliada a produção impecável a cargo de HENRIQUE “BABBOM” e seu estúdio AUDIOPLACE tornam esse trabalho imprescindível para quem ama o bom e velho estilo.

SIMPLESMENTE ROCK procura mostrar que a banda não se prende a rótulos. O SALÁRIO tem seu estilo próprio, inconfundível. Desde que a levada seja rock, navegam com muita competência em suas diversas vertentes. O Disco abre com a poderosa EU NÃO QUERO QUERER MAIS, um rock vigoroso, direto. Segue com SOFRER, outro petardo. HOMENS COM PEDIGRÉE é a música de protesto, a mais politizada do álbum. Enigmática e com ótimo “groove”, SOB SEUS PÉS mostra a “nova cara” da banda. ANJO é a balada rock e grande aposta para abertura de portas. 2.000 ANOS traz uma incrível sonoridade, e letra cheia de indagações. VOYEUR é outra balada que promete muito. NO SEU MUNDO é um hard rock 80 com um instrumental bem elaborado lembrando a grande banda Van Halen, mostra outra “face” do grupo. DELÍRIO ESTELAR (regravação com nova roupagem de uma música que fez parte da coletânea SP METAL I) e a ótima AO MENOS EM SONHO, outra balada rock fecham o disco com chave de ouro.

“Você vai amar… ou odiar… mas jamais ficará indiferente”

Acesse o site http://www.bandasalariominimo.com.br/

Simplesmente Rock

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01. Eu Não Quero Querer Mais
02. Sofrer
03. Homens com Pedigree
04. Sob Seus Pés
05. Anjo
06. 2000 Anos
07. Voyeur
08. No Seu Mundo
09. Delírio Estelar
10. Ao Menos em Sonho


Spooky Tooth

Banda aqui: Luther Grosvenor (guitarras), Mike Harrison (teclados, vocal), Mike Kellie (bateria), Greg Ridley (baixo, guitarras) e Gary Wright (teclados, vocal).
Faixas:
01.waitin for the wind
02.feelin bad
03.i’ve got enough heartaches
04.evil woman
05.lost in my dream
06.that was only yesterday
07.better by you better than me
08.hangman hang my shell on a tree
Aqui

Banda: Luther Grosvenor (guitarras), Mike Harrison (teclados, vocal), Pierre Henry (sintetizadores), Mike Kellie (bateria), Andy Leigh (baixo) e Gary Wright (órgão, teclados, vocal).
Faixas:
01.have mercy
02.jubilation
03.confession
04.prayer
05.offering
06.hosanna
aqui…

Banda: Luther Grosvenor (guitarras), Mike Harrison (teclados, vocal), Mike Kellie (bateria), Henry McCullough (guitarras), Alan Spenner (baixo) e Chris Stainton (órgão, guitarras, baixo, piano, teclados).
Faixas:
01.i am the walrus
02.the wrong time
03.something to say
04.nobody there at all
05.down river
06.son of your father
07.the last puff

Som Imaginário

Som Imaginário foi uma banda brasileira formada no princípio da década de 70. Criada primeiramente para acompanhar o cantor Milton Nascimento no show “Milton Nascimento, ah, e o Som Imaginário”. Contou com a participação do músico Wagner Tiso antes de sua bem-sucedida carreira solo. O Frederyko (ou Fredera), que também é pintor, escultor e jornalista, era o guitarrista solo desta banda, um dos maiores guitarristas brasileiros e que hoje reside na cidade de Alfenas no sul de Minas Gerais.

O grupo passou por várias mudanças de formação e lançou no total três discos. Matança do Porco, provavelmente o mais progressivo, contou com os vocais de Milton Nascimento. Além deste artista, o Som Imaginário acompanhou em shows e gravações MPB-4, Taiguara, Marcos Valle, Gal Costa, Odair José, Carlinhos Vergueiro, Sueli Costa e Simone, dentre outros.

Integrantes

Wagner Tiso – Piano / Órgão
Tavito – Violão
Luiz Alves – Baixo
Robertinho Silva – Bateria
Frederyko (Fredera) – Guitarra

Zé Rodrix – Órgão / Percussão / Vocal e flauta
Disocgrafias
.
Som Imaginário – 1970
.
Som Imaginário – 1971
.
Matança do Porco – 1973

Spiritualized – Songs in A&E

Tracklist:

Ladies and Gentlemen We Are Floating in Space
*(I Can’t Help Falling in Love)
Come Together
I Think I’m in Love
All of My Thoughts
Stay with Me
Electricity
Home of the Brave
The Individual
Broken Heart
No God Only Religion
Cool Waves
Cop Shoot Cop…

:::… Download …:::

INGLATERRA – altamente recomendado!!!
Banda aqui: Luther Grosvenor (guitarras), Mike Harrison (teclados, vocal), Mike Kellie (bateria), Greg Ridley (baixo, guitarras) e Gary Wright (teclados, vocal).

Faixas:
01.waitin for the wind
02.feelin bad
03.i’ve got enough heartaches
04.evil woman
05.lost in my dream
06.that was only yesterday
07.better by you better than me
08.hangman hang my shell on a tree

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Secos & Molhados


Secos & Molhados no Estúdio

Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo

Grupo vocal e instrumental formado no início dos anos 70 em São Paulo, gravou o primeiro disco em 1973, causando polêmica por sua atitude ousada e performática. O disco vendeu cerca de 300 mil cópias, um verdadeiro feito na época para uma banda até então desconhecida. No ano seguinte o Secos & Molhados saiu em turnê pelo Brasil, lotando teatros e até mesmo o ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Em 1974, eles gravaram mais um LP, mas Ney Matogrosso desligou-se da banda e partiu para a carreira solo, assim como João Ricardo. O grupo voltou a se reunir outras vezes, com formações diferentes. Os grandes sucessos da fase inicial foram “Sangue Latino” (João Ricardo/ Paulo Mendonça), “O Vira” (J. Ricardo/ Luli), “Rosa de Hiroshima” (Gerson Conrad/ Vinicius de Moraes), “Flores Astrais” (J. Ricardo/ J. Apolinário) e “Tercer Mundo” (J. Ricardo/ Julio Cortázar). O grupo era composto por: Ney Matogrosso, voz; João Ricardo, voz, violões, harmônica de boca; Gerson Conrad, voz e violões; Wander Tosh, guitarra e violão; Lili Rodrigues, voz; João Ascensão, baixo; Gel Fernandes, bateria; Lazy, teclados e Rubão, percussão. Texto : Edmilson Utta.

Texto abaixo por : Pandini GP

Foto: Antônio Carlos Rodrigues

Durou um ano, um ano e meio no máximo. Foi o suficiente para marcar uma geração e fazer história. Até hoje, os Secos & Molhados são lembrados por quem viveu a onda e cultuados por muita gente que nem era nascida quando o Brasil conheceu aqueles músicos de cara pintada, roupas e adereços coloridos, uma coreografia nunca vista antes e, principalmente, uma música original (ainda que não revolucionária como a de outra banda “cult” da época, os Mutantes) e de primeiríssima qualidade.

“Surgiram e acabaram logo (…) como se tivessem sido o brilho súbito de um quasar, uma suave explosão, um sonho irrepetível”, escreveu o jornalista Luiz Carlos Maciel no encarte do CD da série Dois Momentos que juntou os LPs dos Secos & Molhados de 1973 e 1974. O som do Secos & Molhados era resultado da bagagem musical do criador da banda, o português João Ricardo (violões, harmônica e voz), de Ney Matogrosso (voz) e Gerson Conrad (violões e voz). O rock era a referência principal, mas Ney levava um conhecimento de música brasileira que os outros não possuíam.

O primeiro LP, de 1973, com Ney e João (de barba) na frente, Gerson (de bigode) e Frias atrás: um sucesso como nunca havia sido visto no Brasil.

“O Vira”, do primeiro LP do Secos & Molhados (1973), da gravadora Continental, é uma das primeiras músicas que me lembro de ter ouvido na vida. Para mim, e para muitas crianças, a letra era lúdica e repleta de referências: remetia a histórias contadas pelos pais, fantasias, brincadeiras e cores. Os adultos ficaram fascinados pelo som e pelo visual dos músicos – e, também, pelos requebros de Ney Matogrosso, que despertaram a libido de muitas mulheres e homens. A aparição no programa de estréia do “Fantástico”, em setembro de 1973, transformou o Secos & Molhados em mania nacional: em apenas um mês, foram vendidas 300.000 cópias do LP de estréia – um número inimaginável numa época em que os LPs mais vendidos alcançavam 50.000 cópias por ano. Dez meses depois, a marca de um milhão estava prestes a ser superada.

O nome da banda era uma frase comumente vista nos empórios e mercados: para resumir a variedade de artigos à venda, muitos proprietários escreviam na fachada que vendiam “secos e molhados”. A famosa capa do LP de 1973 mostra Ney, João, Gerson e o baterista Marcelo Frias com as cabeças “servidas” em bandejas colocadas sobre uma mesa com garrafas de vinho, pães, batatas, cebolas, biscoitos e grãos – os tais “secos e molhados” encontrados nos empórios. Mas, quando o disco chegou às lojas, Frias já estava fora do grupo. Existem duas versões para sua saída. Uma: ele se recusava a usar maquiagem e seguir o visual dos outros integrantes. Outra: em dúvida quanto às perspectivas de sucesso do Secos & Molhados, o baterista teria preferido continuar a trabalhar por conta própria em vez de se comprometer em tempo integral com uma banda ainda não consagrada.

“Sangue Latino”, “O Vira” e “Rosa de Hiroshima” foram as faixas de maior sucesso. Quem comprou o disco pôde conferir ainda “Amor”, “O patrão nosso de cada dia”, “Assim assado”, “Mulher barriguda”, “El Rey”, “Prece cósmica”, “Rondó do capitão”, “As andorinhas” e “Fala”, que completavam a obra. Poetas de primeira linha tiveram obras musicadas por João e Gerson. “Rosa de Hiroshima” era de Vinicius de Moraes; “Rondó do capitão”, de Manuel Bandeira; e “As andorinhas”, de Cassiano Ricardo.

Segundo LP, de 1974. Tão bom quanto o primeiro, mas pouco divulgado: foi lançado quando Ney e Gerson já haviam saído do Secos & Molhados.

O Secos & Molhados tinha tudo para fazer sucesso por muitos anos, mas as brigas internas colocaram tudo a perder. João Ricardo colocou seu pai, João Apolinário (jornalista, crítico de teatro e co-autor de algumas letras das músicas do S&M), para empresariar a banda. Depois de muitas discussões, Ney e Gerson, descontentes com várias coisas (a partilha do dinheiro era apenas uma delas), decidiram sair.

A dissolução do Secos & Molhados foi anunciada em agosto de 1974, um dia depois da apresentação do clipe de “Flores astrais” no “Fantástico”. Todo o esquema de divulgação do segundo LP foi desativado e o disco teve vendagem e execução pífias – ao menos se comparadas às do disco de estréia. Uma pena, pois era tão bom quanto o primeiro e prosseguia na linha de musicar poemas de artistas consagrados: “Tercer Mundo” (de Julio Cortazar), “Não: não digas nada” (de Fernando Pessoa) e “O hierofante” (de Oswald de Andrade) estavam ao lado de “Flores astrais”, “Medo mulato”, “Oh! Mulher infiel”, “Vôo”, “Angústia”, “O doce e o amargo”, “Preto velho” e “Delírio” – todas excelentes. O álbum tinha outras duas faixas. “Toada & Rock & Mambo & Tango & etc” era um protesto contra a censura, com Ney, João e Gerson sussurrando “Diga que não sei de nada/nem posso saber” ao som de guitarra, baixo, bateria e sanfona. “Caixinha de música do João” era uma instrumental acompanhada pelos “lá-lá-lás” de Ney.

(Vale mencionar o lançamento, em 1980, de um LP com o registro do histórico show do Secos & Molhados que lotou o Maracanãzinho em 1974. Infelizmente, a gravação é muito ruim: em vários momentos, as vozes dos cantores desaparecem ou são abafadas pelos instrumentos. Dispensável e nunca relançado, mas os vinis existentes são oferecidos a preços inacreditavelmente altos nos sebos e sites de compras.)

Capa do LP de 1980 que registra o histórico show do Maracanãzinho, em 1974. Dispensável, de tão mal gravado que foi.

Em 1975, todos os (ex-)integrantes do Secos & Molhados lançaram trabalhos. O LP de Ney, “Água do Céu-Pássaro”, estourou com a faixa “América do Sul” – apenas o primeiro dos muitos sucessos de uma carreira solo que dura até hoje e já rendeu 29 álbuns. Gerson gravou um LP em dupla com Zezé Motta, “Gerson Conrad e Zezé Motta”. Depois, lançou apenas um disco, “GC”, em 1981. Teve pouca repercussão, tanto na época quanto em 2002, quando foi relançado em CD com o nome “Rosto Marcado”. Gerson foi bem sucedido como arquiteto, profissão que já vislumbrava quando entrou para o Secos & Molhados. João Ricardo lançou um LP homônimo (chamado por muitos de “álbum rosa” devido à cor da roupa com que ele posou para a foto de capa) e prosseguiu compondo e gravando. Seu trabalho mais recente, “Puto”, é de junho de 2007.

Determinar o período de existência do Secos & Molhados pode suscitar longas (e infrutíferas) discussões. Para o público e para muitos historiadores, a banda existiu apenas entre meados de 1973 e agosto de 1974 – ou seja, a fase de sucesso comercial. Mas o nome Secos & Molhados foi registrado por João Ricardo em 1970. Ney entrou no final de 1971 e Gerson no começo do ano seguinte. Até a gravação do primeiro LP, vários outros músicos passaram pelo S&M.

“A volta do Gato Preto”, de 1988, com João Ricardo (à direita) e Totô Braxil na capa: tentativa de reviver o antigo sucesso usando referências ao período 1973/1974.
Após a saída de Ney e Gerson, João Ricardo lançou, além dos trabalhos solo, cinco ou seis discos do Secos & Molhados. Cada um teve uma formação diferente e nenhum chegou perto do sucesso de 1973/1974, apesar da divulgação gerada pelo nome e pelas muitas referências ao período da “formação clássica”. “Secos & Molhados”, de 1978, abre com uma faixa intitulada “Que fim levaram todas as flores?”. Dois anos depois, viria “Secos e Molhados” (assim mesmo, com o “&” sendo substituído por “e” na arte da capa), que fecha com “Vira Safado”. O LP “A volta do Gato Preto” (1988) tentou reviver a receita de outrora no título, no visual extravagante do músico Totô Braxil (parceiro de João até 1990) e na própria capa (uma foto de João e Totô sentados a uma mesa repleta de elementos presentes na capa do LP de 1973). A impressão geral é que João Ricardo nunca admitiu que, para o grande público, o Secos & Molhados acabou com a saída de Ney e Gerson em 1974.

Encontrar o CD “Dois em um”, que juntou os LPs de 1973 e 1974, não é tarefa das mais difíceis. Vale a pena ouvi-lo e conferir por que o Secos & Molhados é lembrado até hoje.

Secos e Molhados [1973]

Tracks
01- Sangue Latino
02- O Vira
03- O Patrão Nosso De Cada Dia
04- Amor
05- Primavera Nos Dentes
06- Assim Assado
07- Mulher Barriguda
08- El Rey
09- Rosa De Hiroshima
10- Prece Cósmica
11- Rondó Do Capitão
12- As Andorinhas
13- Fala
Secos & Molhados {1974]
Tracks
01- Tercer Mundo
02- Flores Astrais
03- Não Não Digas Nada
04- Medo Mulato
05- Oh Mulher Infiel
06- Vôo
07- Angústia
08- O Hierofante
09- Caixinha De Música Do João
10- O Doce Amargo
11- Preto Velho
12- Delírio
13- Toada & Rock & Mambo & Tango & Etc
Ao Vivo no Maracãnazinho [1974]
Tracks
01- As Andorinhas
02- Rosa De Hiroshima
03- Instrumental
04- Mulher Barriguda
05- Primavera Nos Dentes
06- El Rey
07- Toada & Rock & Mambo & Tango Etc
08- Fala
09- Assim Assado
10- Instrumental II
11- O Vira
A Volta dos Secos & Molhados [1978]
Tracks
01- Que Fim Levaram Todas As Flores
02- Lindeza
03- De Min Pra Você
04- Minha Namorada
05- Anônimo Brasileiro
06- Última Lágrima
07- Insatisfação
08- Oh Canção Vulgar
09- Como Eu Como Tu
10- Quadro Negro
11- Cobra Coral Indiana