Category: letra K


Kate Bush

Desde quando freqüentava o convento escolar em Abbey Wood, Sudeste de Londres onde estudou piano e violino, Kate Bush chamou a atenção de David Gilmour do Pink Floyd, que ajudou financiar as suas primeiras fitas Demo. Assinou um contrato com a EMI aos 16 anos, gravando Rock Progressivo. Entretanto, nos primeiros dois anos de seu contrato, Bush não lançou nenhum album, preferindo terminar seu tempo na escola e fazer aulas de dança, mímica e música. Terminou a escola com 100% de aproveitamento em todas as disciplinas. Em 2005, Bush foi convidada para uma entrevista com Mark Radcliffe da rádio BBC onde revelou que a gravadora EMI à época de sua contratação não lançaria um album até que ela estivesse pronta, mas a manteria sob contrato a fim de que nenhuma outra gravadora pudesse fazê-lo. Nesse meio tempo, a gravadora EMI enviou-lhe uma boa quantia de dinheiro para que ela comprasse um sintetizador e pudesse frequentar aulas de interpretação com Lindsey Kemp. Durante esse tempo, Bush compôs e gravou perto de 200 canções, que hoje podem ser encontradas em gravações piratas(conhecidas mundialmente como as ‘Gravações Fênix’). Também fez várias apresentações na Grande Londres com a “KT Bush Band”. Seu primeiro album, “The Kick Inside” (uma expressão que pode querer dizer ‘A Bola Dentro’ ou a ‘Centelha Interior’), foi lançado em 1978, tendo como base as canções que tinha escrito durante os dois anos anteriores, incluindo a clássica “Wuthering Heights” (em português do Brasil; Morro dos Ventos Uivantes), baseada em um livro de mesmo nome da escritora Emily Brontë, essa música fez um grande sucesso no Reino Unido e na Australia ;e se transformou em uma uma balada internacional. Assim sendo, Bush se tornou a primeira mulher a alcançar o 1º lugar das paradas de sucesso no Reino Unido com uma canção própria. Um período de trabalho intenso seguiu-se. Um segundo album, “Lionheart” foi gravado rapidamente; Bush sempre expressou o seu descontentamento com este trabalho, pois ela considerava necessitar mais tempo para concebê-lo direito. Depois de seu lançamento, iniciou o trabalho promocional de seus discos e de sua carreira empreendendo uma longa excursão, a única de sua carreira. Bush não gostou da exposição e do estilo de vida de uma celebridade, sentindo que essa característica afastava-a de sua prioridade principal: fazer música de alta qualidade. Uma retirada lenta e constante da vida pública começou, enquanto focou-se em produzir seu próprio trabalho em estilo músical personalissimo, empenhando-se de forma perfeccionista e penosa para fazer o som que desejava, e isso a deixou escondida no estúdio por períodos longos somente resolvendo enfrentar o brilho e os holofotes da imprensa quando os albuns subseqüentes foram liberados. Surgiram uma série de boatos durante esses períodos em que estava dedicada ao trabalho, boatos como os de que ela havia engordado demais ou até mesmo ficado louca. Então ela reaparecia brevemente, magra, bela e aparentemente muito bem, antes de voltar ao estúdio uma vez mais.Essas retiradas após o lançamento de um novo álbum passaram a ser um padrão na carreira de Kate, entre a aparição de “Never for Ever”, onde consta o grande sucesso “Babooshka” foram 3 anos até “The dreaming”, uma coleção de músicas avassaladoras daquelas que nos deixam literalmente nocauteados,e novamente quase 3 anos até o lançamento de “Hounds of Love”, onde a multi-talentosa Kate atingiu as raias da perfeição e seu auge artistico, onde consta a música “Running up that hill” que é uma experiência auditiva e sensorial única e inesquecível . Após a liberação do album “Red shoes” em 1993 não havia nenhuma razão para supôr que Kate não reapareceria em três ou quatro anos com outra coleção de canções geniais. Mas o período de silêncio que se seguiu a seu sétimo album de estúdio era muito mais longo do que qualquer um tinha antecipado. Bush ficou distanciada dos olhos do público por muitos anos, embora seu nome aprecesse ocasionalmente nos meios de comunicação com relação a boatos da provável aparição de um novo lançamento . A imprensa continuou a especular descontroladamente sobre o que era o motivo de tão longa ausência, até viram-na como uma reclusa excêntrica, às vezes comparando-a com a senhorita Havisham,personagem de as “Grandes Expectativas” (no Brasil, diz-seGrandes esperanças) de Charles Dickens. Na realidade ela estava tentando dar ao seu filho pequeno uma infância normal, longe do mundo do “show businness”. Bush deu o nascimento a Albert, sabido(apelidado) como Bertie, gerado do relacionamento com seu guitarrista e parceiro atual Danny McIntosh em 1998. Não liberou a notícia do nascimento de seu filho à imprensa e manteve-a em segredo por dois anos até que o fato veio ao conhecimento do público em geral. Em poucas ocasiões falou à imprensa desde então, e quando tal ocorre declara sempre que a maternidade a fêz muito feliz. O oitavo album de estúdio de Bush, “Aerial”, foi liberado em CD e em vinil em 7 novembro de 2005,com lançamento internacional (8 de novembro nos EUA/20 de dzembro no Brasil), seguindo-se a liberação do single “King of Mountain” em 24 de outubro. Em uma entrevista em um final de semana que o “Australian” publicou em dezembro de 2005, Bush indicou que “Aerial” não foi tão significativo para ser o seu último trabalho e que deseja continuar escrevendo e gravando música, o que é uma sorte e uma alegria muito grande para todos aqueles que admiram seu talento e suas qualidades incontestáveis de compositora, instrumentista e cantora e que a admiram ao longo desses seus mais de 20 anos de carreira.

Fonte: http://www.lastfm.com.br/music/Kate+Bush/+wiki

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1978 – Lionheart: Download

1978 – The Kick Inside: Download

1979 – Live at Hammersmith Odeon: Download

1980 – Never For Ever: Download

1982 – The Dreaming: Download

1985 – Hounds Of Love: Download

1986 – The Whole Story: Download

1989 – The Sensual World: Download

1990 – This Woman’s Work, Vol. 1: Download

1990 – This Woman’s Work, Vol. 2: Download

1993 – The Red Shoes: Download

2005 – Aerial: Download

Kultur Shock

Banda independente norte-americana, criadores de uma sonoridade única, mesclando o punk rock e o heavy metal à música folclórica dos Balcãs, à música cigana, egípicia e outros estilos.

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1999 – Live In Amerika: Download

2001 – FUCC the I.N.S: Download

2004 – Kultura-Diktatura: Download

2006 – We Came to Take Your Jobs Away: Download

2008 – Live in Europe: Download

2009 – Integration: Download

Kansas


O Kansas foi formado em 1970 em Topeka, estado norte-americano do …… você acertou se imaginou Kansas.
Sua sonoridade é caracterizada pela fusão da complexidade das bandas britânicas de rock progressivo com o southern rock tipicamente americano.
A formação original contava com o guitarristas Kerry Livgren e Richard Williams, o baixista Dave Hope, o baterista Phil Ehart, o violinista Robbie Steinhardt e o tecladista/vocalista Steve Walsh.
O grande momento da carreira do Kansas aconteceu na metade dos anos 70 com os álbuns “Leftoverture”(1976) e “Point Of Know Return”(1977), que apresentaram os hits “Carry On Wayward Son” e “Dust In The Wind” respectivamente.


Nos anos 80 a banda alterou diversas vezes o line-up com as saídas de Livgren, Walsh e Hope e, conseqüentemente, mudou também sua sonoridade que passou a flertar com o AOR.
O primeiro LP sem os vocais de Walsh, “Vinyl Confessions”, trouxe o mega-hit “Play The Game Tonight”, tocado nos comerciais de cigarro Hollywood. Porém, em 1983, a banda se dissolveu.
Em 1986 Walsh retorna e, juntamente com Williams e Ehart, remonta o Kansas. Entre os guitarristas que passaram pela banda nessa fase merece destaque Steve Morse, que participou das gravações de 2 álbuns.
Em 2000, Kerry Livgren participou das composições e gravações do álbum “Somewhere To Elsewhere”, que marcou a volta ao som que a banda fazia no início de carreira.
Na turnê desse disco eles passaram pelo Brasil, tocando na festa do peão de Jaguariúna-SP !!

Kansas (1974)

Masque (1975)

Leftoverture (1976)

Point Of Know Return (1977)

Somewhere To Elsewhere (2001)


Track List:

CD 1

  1. Heatstrokes
  2. Mad World
  3. Flying Through The Night
  4. American Woman
  5. I Want It All
  6. Bad Boys Rag Dolls
  7. Tokyo Nights
  8. Strayed Awake All Night
  9. Down The Drain
  10. Fire
  11. Rock’n’Roll Tonight
CD 2
  1. Throwing Her China
  2. Screaming In The Night
  3. Rock City
  4. Easy Rocker
  5. Backseat Rock ‘N’ Roll
  6. Rock The Block
  7. Long Stick Goes Boom
  8. Eat The Rich
  9. Bedside Radio

A história do Krokus começa na Suíça no distante ano de 1974, sendo que neste início a banda ainda buscava sua sonoridade, tanto que seus primeiros dois discos meio que passaram em branco pelo público de seu país na época de seus lançamentos. Como a vontade de fazer sucesso era grande, investem pesado no que o AC/DC e o Slade vinham fazendo e os resultados começam a mudar com seu terceiro registro, “Painkiller” (78), já mais procurado nas lojas.Mas foi em 1980 que o Krokus estourou de vez com este magnífico “Metal Rendez-Vous”. A formação continuava praticamente a mesma, ou seja, Fernando Von Arb e Tommy Kiefer nas guitarras, Chris Von Rohr no baixo e Freddy Steady na bateria. Mas o grande diferencial era no microfone: Krokus vinha com um novo vocalista chamado Marc Storace, cuja voz é prá lá de marcante e se tornou o legado da banda.
É claro que o mérito deste primeiro grande sucesso não era somente de Marc. “Metal Rendez-Vous” trazia composições excelentes e bem mais pesadas que nos discos anteriores. Clássicos que resistem há gerações como “Bedside Radio”, “Heatstrokes” e “Tokyo Nights” são rockaços responsáveis pela venda de 150.000 cópias somente em seu país natal. E ainda conseguem o sonho de qualquer banda, os EUA e Grã Bretanha abrem suas portas aos suíços!
Krokus segue em frente lançando álbuns como “Hardware” (81) e “One Vice A Time” (82), que mantém a fama da banda como um dos grandes nomes do rock´n´roll europeu e penetrando cada vez mais no mercado norte-americano. Mas naturalmente um mercado forte como este cobra seu preço. “Headhunter” (83) já começava a trazer modificações para ser “ainda melhor” aceito pelos EUA e então começam os problemas, com músicos entrando e saindo numa das fases mais problemáticas da carreira destes suíços.
KROKUS 1982 Line-Up
Mas tudo parece mudar com a entrada do novo milênio, pois Storace e Von Arb, com sua saúde aparentemente restabelecida, decidem unir forças novamente e “Rock The Block” (03) parece recolocar a banda nos trilhos depois de tanto tempo, tanto que vêm participando de festivais europeus com freqüência e novamente sendo respeitados em toda a Europa. O fato é que o Krokus, com seus altos e baixos, vendeu cerca de 10 milhões de disco em sua longa carreira, tanto que na Suíça são considerados deuses.
Krokus Reunion
Para que não conhece está magnifica banda de Hard Rock escolhi este CD Duplo ao vivo do Krokus – Fire And Gasolin (live) (2004) Confira….
BY: Paulo (METAL PRUDENTE)

CD Duplo em apenas 1 Link
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Kamelot

Montagem: Mr Bad Guy

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Para todos os efeitos, os Estados Unidos não são considerados um bom mercado metal, e o público metaller já sabe disso há muito tempo. Pior ainda quando as linhas convergem para um certo estado chamado Flórida. Entretanto, por incrível que pareça, nem tudo são espinhos por lá. Bandas como Savatage e Iced Earth erguem aos céus a bandeira metal com orgulho. Só que uma outra vem se destacando imensamente. O nome? Kamelot.

Não há como negar que o nome induz qualquer um a imaginar as famosas cenas medievais de lutas e castelos e – é claro – o glorioso Rei Arthur e os não menos importantes Cavaleiros da Távola Redonda. Bem, é por aí mesmo que a banda trilha sua história (e suas composições).

Em 1991, um certo Thom Youngblood resolve se juntar a um tal de Richard Warner e formar uma banda. O então jovem guitarman Thom procura quem se interesse pelo mesmo estilo idealizado por ele e Richard, até que encontram Mark Vanderbilt para os vocais, David Pavlicko aos teclados e finalmente Glen Barry ao baixo.

Com a line-up formada, Thom, que já tinha um bom material composto com o baterista Richard, reúne a banda e entra em estúdio para, em Agosto de 1995, lançar seu primeiro disco, intitulado “Eternity”. A crítica gosta e uma pequena turnê se segue ao lançamento do álbum. A seguir, novamente período de composições e gravações, e em 1996 saía “Dominion”, que era superior ao “Eternity” tanto em questão de composições quanto no conteúdo lírico. O novo petardo uniria o bom e velho metal clássico a seqüências mais trabalhadas de música clássica e até jazz. A superioridade e crescente maturidade da banda eram latentes.

Após o lançamento de “Dominion”, o grupo se preparava para uma tour bem mais abrangente, quando infelizmente um fato bastante desconcertante se fez realidade: o baterista Richard Warner teria que trilhar caminhos diferentes do resto da banda. Quando já parecia tudo muito ruim, o vocalista Mark também teve que deixar seus companheiros… o que fazer?!

Ao mesmo tempo em que o fim parecia se aproximar do Kamelot, as coisas estavam indo bem ruins com a já consagrada banda Conception, que caminhava bem mais rápido para um fim. Como era de se esperar, então, após a usual maré de boatos que povoam o mundo metal, o grupo acabou. Thom, então, aproveitando a deixa, resolve entrar em contato com Roy Khan, que era vocalista do Conception, e marcam de fazer uma audição. Depois, com uma pequena procura, consegue achar um baterista chamado Casey Grillo.

Como as coisas foram ótimas nas audições, a formação fica estabelecida novamente com: Thom Youngblood (guit), Roy Khan (voz), Glenn Barry (baixo), David Pavlicko (teclados) e Casey Grillo (bat).

É sabido que a mudança de um vocalista sempre causa muito impacto (o Iron Maiden e o Helloween que o digam!), então toda a banda estava apreensiva pela nova mudança. Mesmo assim, a superioridade e maturidade que marcaram a banda em seu disco precedente já deixavam o fã ansiar pelo excelente trabalho que viria.

Apesar de terem se passado dois anos para que o novo disco saísse, valeu a pena esperar o tempo para mostrar ao mundo seu novo trabalho, gloriosamente intitulado “Siége Perilous”. “Olha, acho que a suprema maioria dos fãs aceitaram muito bem o Roy como a nova voz do grupo”, diz Youngblood. “A maioria já ouvia Conception, então já sabiam de suas qualidades como vocalista. É muito complicado quando um grupo muda seu frontman, pois isso afeta muito a música do conjunto. Foi o que aconteceu com o Fates Warning e com o Iron Maiden. No entanto, quando se administra bem o problema, não há maiores conseqüências”, explica.

Mas e quanto à performance de Roy? “Bem, o estilo que Roy desenvolvia no Conception era diferente, mas, se você ouvir nossos discos anteriores e o “Siége Perilous”, vai ver que ele se encaixou perfeitamente na banda”, diz Thom, convicto. “Não queríamos substituir Mark [Vanderbilt, antigo vocal] com um cara que soasse exatamente igual a ele, porém não queríamos alguém que desfigurasse completamente o Kamelot”. Bem, isso quer dizer que vocês chegaram onde queriam? “Oh, sim. Khan conseguiu alcançar um meio termo que nos deixou bastante satisfeitos”, afirma o guitarrista. E é isso aí. É só dar uma escutada no terceiro álbum de estúdio do grupo que dá pra ver a qualidade. Um metal épico de responsa mesclado a letras incrivelmente inteligentes. A começar pelo título. “Siége Perilous”, como explica o próprio Thom Youngblood, “significa ‘assento perigoso’ e vem do próprio conceito medieval de Kamelot, em que a grande távola redonda era cercada de assentos dos assessores do rei que, por sua vez, ficava no assento principal, o trono.”

É, sem dúvida, o Kamelot é uma banda que tem muito a mostrar. E os fãs da banda tem muito a ganhar. Depois de “Siége Perilous”, resta esperar pelo próximo lançamento da banda que promete ser ainda superior. É torcer os dedos esperar pra ver.

1995 – Eternity: Download

1997 – Dominion:
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1998 – Siége Perilous:
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2000 – The Fourth Legacy:
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2001 – Karma:
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2003 – Epica:
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2005 – The Black Halo:
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2007 – Ghost Opera:
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KMFDM

Montagem: Mr Bad Guy

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KMFDM foi a primeira banda de rock industrial, que tem como membro fundador o alemão Sascha Konietzko. KMFDM foi fundada em 29 de Fevereiro de 1984 em Paris, como uma reunião entre Konietzko e o pintor e performista alemão Udo Sturm para se apresentarem na exibição dos jovens artistas europeus no Grand Palais. Sturm não tinha muitas aspirações musicais e Sascha estava mais interessado no estúdio do que performance artística ocasional, então em Hamburgo, na Alemanha, se juntou ao dono de estúdio Raymond Watts e o baterista Klaus Schandelmaier, mais tarde conhecido como En Esch. Após percorrerem o underground de Hamburgo e gravarem três álbuns em estúdios europeus eles começaram sua relação com a Wax Trax! Records em Chicago, Illinois. Após excursionarem com o Ministry em 1989-1990, eles assinaram com a Wax Trax! Records e rapidamente se tornaram parte da cena de música industrial em Chicago que inclui o Ministry, Front 242 e My Life With the Thrill Kill Kult. Sascha então se mudou para Chicago; Esch foi para lá um ano depois. Depois do amigo íntimo e presidente da Wax Trax! Records Jim Nash morrer em decorrência da AIDS, o KMFDM mudou-se para Seattle, em Washington.

KMFDM não tem uma formação fixa; é um entra-e-sai de colaborações. Sascha é o único membro diretamente envolvido com todos os álbuns do KMFDM. En Esch, Raymond Watts, e o guitarrista Günter Schulz são outros membros-chave na história da banda.

Outros músicos notáveis que contribuiram ao KMFDM incluem Bill Riefflin (Ministry e R.E.M.), Nivek Ogre (Skinny Puppy and OhGr) John DeSalvo (ChemLab), Tim Skold (Shotgun Messiah, Marilyn Manson e Skold), F.M. Enheit (Einstürzende Neubauten, Nina Hagen), e falas da artista Nicole Blackman. E também Chemlab, Die Warzau, Nine Inch Nails, My Life With the Thrill Kill Kult, e Giorgio Moroder remixaram músicas do KMFDM.

1984 – Opium: Download

1986 – 84-86: Download Parte 1 / Download Parte 2

1986 – What Do You Know Deutschland?: Download

1988 – Don’t Blow Your Top: Download

1989 – UAIOE: Download

1990 – Naïve: Download

1992 – Money: Download

1993 – Angst: Download

1994 – Naïve/Hell To Go: Download

1995 – Nihil: Download

1996 – Xtort: Download

1996 – Retro: Download

1997 – Symbols: Download

1998 – Agogo: Download

1999 – Adios: Download

2002 – Attak: Download

2002 – Strum & Drang Tour Live: Download Parte 1 / Download Parte 2

2003 – WWIII: Download

2004 – WWIII Live 2003: Download

2005 – Hau Ruck: Download

2007 – Tohuvabohu: Download

2008 – Download

2009 – Blitz: Download

KISS

Texto: http://www.whiplash.net/
Montagem: Mr Bad Guy

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Larry Widen do Milwaukee Journal Sentinel conduziu recentemente uma entrevista com Paul Stanley. Seguem alguns trechos:

Como o KISS evitou as tentações do sucesso? “Nem todos conseguiram. Certamente os problemas que alguns integrantes tiveram estão muito bem documentados, os venenos e vícios do sucesso. Mas eu nunca usei drogas. Antigamente, quando falavam sobre sexo, drogas e rock and roll, eu dizia: ‘tire as drogas e me dê os outros dois”.

É fácil seguir essa idéia mesmo com pessoas ao redor querendo lhe dar coisas? “O senso comum lhe dirá que se as drogas e esse estilo de vida fossem tão legais, você estaria entrevistando Janis Joplin, John Belushi, Jimi Hendrix, Jim Morrison e Kurt Cobain agora. Não há nada de legal em ser um mártir, estar morto e não aproveitar o seu sucesso”.

Você fez suas próprias roupas no começo da carreira. Como assim? “Simplesmente desejo algo e faço. Acredito que não há nada que você não possa fazer se não tentar. Nunca costurou antes? Ponha um pedaço de tecido embaixo de uma máquina de costura e veja o que acontece. Nunca tocou guitarra antes? Pegue uma e tente. É isso. Limitações são coisas auto-impostas”.

Rare Unplugged and Live

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01. Got to Choose (Unplugged)
02. Hard Luck Woman (Unplugged)
03. Heaven’s on Fire (Unplugged)
04. Spit (Unplugged)
05. C’mon and Love Me (Unplugged)
06. God of Thunder (Unplugged)
07. Psycho Circus (Live)
08. Let Me Go, Rock ‘n’ Roll (Live)
09. Into the Void (Live)
10. Within (Live)
11. 100,000 Years (Live)
12. Black Diamond (Live)
13. Strutter (Live ’93 Danbury)
14. Unholy (Live in USA, feat. Ace Frehley)
15. Wicked Lester (Ace Frehley Demo)
16. Cold Gin (Ace Frehley & Skid Row)

KISS

POst. JH II

Jake a Stay Rock Tocou Kiss…que tal ouvir o Kiss, beijando os Beatles!!!??

Kiss – Kissing The Beatles (2007)

Tracklist :

01 — Yellow Submarine
02 — Kansas City
03 — Roll Over Beethoven
04 — I Feel Fine
05 — Stand By Me
06 — Oh Darling
07 — I’m Down
08 — Baby It’s You
09 — Jamming Beatles
10 — Jealous Guy
11 — You’ve Got To Hide Your Love Away
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by manzarek


A banda paulistana de Thrash Metal KORZUS comemorou seus vinte e cinco anos de estrada com um grande evento, que foi realizado na sexta-feira, dia 5 de dezembro, a partir das 22h, no Blackmore Rock Bar, em São Paulo (SP).

O grupo, formado atualmente por Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo), Heros Trench (guitarra), Antonio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria), apresentará um repertório que abrangerá toda a sua história e alguns de seus maiores clássicos. Ex-integrantes como Silvio Golfetti (guitarra), Marcelo Nicastro (guitarra), Fernando Schaefer (bateria) e Soldado (guitarra) já confirmaram presença e irão dividir o palco com os atuais membros para uma grande festa, que também terá convidados de peso, entre eles: Jão (guitarra, RATOS DE PORÃO), Vitor Rodrigues (vocal, TORTURE SQUAD), Paulo Thomaz (bateria, BARANGA, CENTÚRIAS), Aquiles Priester (bateria) e Nando Fernandes (vocal) do HANGAR e André Curci (guitarra, THREAT).

01 – What you Looking for – Screaming For Death
02 – Who’s Going To Be The Next
03 – Dark Soul (New Song)
04 – Guilty Silence
05 – Catimba
06 – Guerreiros do Metal
07 – Punisher
08 – Evil Sight
09 – A Hole in the Hand
10 – Victim Of Progress
11 – Mass Illusion
12 – What a Pain
13 – Internally – Raining Blood

obs: Criei esse CD BOOTLEG do Korzus, em homenagem aos 25 anos da Banda!!
Não é pra qualquer um, e ainda mais, sendo uma banda de Thrash Metal!
Dei um trato no som, fiz as capas e ficou u resultado bem legal!

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KANSAS

Kansas é uma banda de rock norte-americana dos anos 70 especializada no estilo progressivo. Dave Hope (baixo), Phil Ehart (bateria), Robby Steinhardt (violino), Steve Walsh (teclado e vocal) e Rich Williams (guitarra) formaram a banda White Clover em sua cidade natal de Topeka, Kansas. Depois da entrada de Kerry Livgren (teclado e guitarra) o nome da banda foi mudado para Kansas… e chega de lero a vamos ouvir os caras.

bigze.blogspot.com @ 14.1.09